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Em um cenário de mercados cada vez mais competitivos e inovadores a busca por estar a frente dos concorrentes e obter sucesso financeiro se torna incessante para qualquer empresa.

Desde manobras financeiras à mudanças de estratégias de gestão, existem inúmeras maneiras de tentar se destacar e colocar o seu negócio no caminho certo,

Pensando nisso preparamos um artigo com tudo o que você precisa saber sobre a inteligência comercial, uma das maneiras de conseguir os tão desejados resultados.

O que está esperando para conferir?

O que é inteligência comercial?

A inteligência comercial ou inteligência de mercado é interpretada como uma série de ações estratégicas que visam impulsionar os resultados financeiros de uma empresa de qualquer segmento.

Através da análise minuciosa de dados e informações, por exemplo, se torna possível entender pontos fortes e fracos de um empreendimento para que as possíveis falhas sejam corrigidas visando uma melhora no serviço ou produto oferecido ao público e, consequentemente, nos resultados.

Que tipos de dados são esses?

Existem diferentes tipos de dados que podem ser analisados e interpretados de diversas maneiras.

Pode-se utilizar dados internos, por exemplo, como o gasto com infraestrutura, ou externos, como vendas durante um determinado período de tempo.

Unindo diferentes dados e criando interpretações é possível fazer uma análise quantitativa e qualitativa dos principais fatores que movimentam financeiramente a empresa, tornando mais fácil o entendimento de qualquer medida que precise ser tomada.

Outro ponto que vale ser mencionado é que não existe inteligência comercial sem comparação e estudo de mercado. Por isso, saiba mapear seus principais concorrentes e entender as tendências do mercado que está atuando para buscar soluções eficientes e práticas para a obtenção de melhores resultados.

Quais são, então, os dados mais importantes a serem analisados?

  • Informações sobre clientes

Perfil demográfico e de consumo, faixa etária média e fatores objetivos e subjetivos que influenciam na compra.

  • Informações sobre as vendas em si

Ticket médio, taxa de conversão em vendas e nível de satisfação dos clientes.

  • Informações sobre os produtos e serviços

Desempenho de vendas de cada produto ou serviço e conhecimento do time de vendas sobre os diferentes tipos de soluções oferecidas ao cliente.

  • Informações sobre os concorrentes

Características dos principais concorrentes, estratégias de preço e posicionamento de mercado praticado por cada um.

  • Informações sobre a conjuntura

Previsão dos movimentos da economia em um futuro próximo, novas legislações e regulamentos e tendências de comportamento do público alvo da empresa.

A partir da coleta desses dados, analise as possibilidades e faça um planejamento de tudo aquilo que pode ser feito para obter resultados financeiros melhores.

Dessa maneira você garante o máximo de controle possível sobre as manobras e ações financeiras do seu negócio e evita ficar para trás quando comparado aos concorrentes.

Tudo isso, é claro, faz com que o seu negócio cresça e se torne cada vez mais lucrativo.

E aí, o que achou?

A nota fiscal e a fatura são documentos que acabam sendo confundidos por diversas pessoas de diferentes ramos.

Por serem ambos documentos relacionados à uma transação comercial esses registros costumam ser interpretados como uma coisa só.

A verdade, no entanto, é que existem algumas peculiaridades de cada um desses documentos que fazem com que eles sejam em diferentes.

Que tal descobrir?

Nota fiscal

A nota fiscal é um documento utilizado para registrar transações comerciais feitas entre empresas ou entre empresa e pessoa física.

Independentemente de se tratar de venda de prestação de serviços ou produtos é indispensável que a nota fiscal seja emitida em qualquer transação envolvendo uma empresa (pessoa jurídica).

Além disso, como o nome sugere, a nota fiscal é o documento utilizado para garantir o recolhimento adequado dos impostos referentes às transações efetuadas. Por isso, a não emissão desse documento é considerada um crime de sonegação passível de punição conforme o código penal.

É importante salientar, ainda, que as notas ficais são divididas em quatro tipos:

  • NF-e (nota fiscal eletrônica de produtos ou mercadorias): esse tipo de nota fiscal é utilizado apenas para registrar transações comerciais de produtos físicos.
  • NFC-e (nota fiscal ao consumidor eletrônica): essa nota fiscal é uma alternativa eletrônica ao tradicional cupom fiscal e é utilizada em transações no varejo e comércio.
  • NFS-e (nota fiscal de serviços eletrônica): esse tipo de nota fiscal é emitido quando ocorre a prestação de serviços entre empresas ou entre empresa e pessoa física.
  • CT-e (conhecimento de transporte eletrônico): o CT-e é um registro fiscal relacionado ao serviço de transporte de cargas.

Fatura

A fatura é outro documento que registra transações comerciais, porém sem fins fiscais.

Ou seja, a fatura não pode ser utilizada para o recolhimento de impostos e serve apenas para relacionar as informações que deram origem a um compromisso comercial.

Na maioria das vezes as faturas acabam sendo referentes a pagamentos futuros e, por isso, costumam ser utilizadas em contas de diversos segmentos como água, luz, telefone e outros.

Apesar de não servir para o recolhimento de impostos a fatura pode ser utilizada para auxiliar a gestão financeira de qualquer negócio, já que detalha as informações de cada transação efetuada.

Tendo isso em mente muitas empresas acabam utilizando a própria nota fiscal para o auxilio da gestão financeira e descartam as faturas. Por isso, pode-se dizer que a fatura pode ser substituída por uma nota fiscal, mas não o contrário.

Esperamos que esse artigo tenha tirado suas dúvidas e esclarecido as diferenças entre nota fiscal e fatura.

E aí, curtiu?

Não é segredo para ninguém que administrar uma empresa não é uma tarefa fácil. Desde a burocracia da criação até as dificuldades rotineiras de gerenciamento de pessoas, tarefas e orçamentos, manter um negócio funcionando demanda bastante determinação.

É claro, no entanto, que existem maneiras de facilitar algumas partes desse processo para que o gerenciamento da marca se torne mais simples e efetivo.

E uma dessas maneiras é promovendo a consultoria financeira na sua empresa.

Mas como a consultoria financeira pode ajudar?

Para ser bem direto, a consultoria financeira permite que a sua empresa tenha um controle muito maior da manutenção de gastos e pagamentos e, dessa maneira, esteja mais segura para investir e utilizar o capital da melhor maneira possível.

Isso é o que chamamos de saúde financeira: ter controle de entradas, saídas, investimentos e rendimentos do capital a empresa.

Ou seja, a consultoria financeira é uma ferramenta que permite que as empresas alcancem a tão sonhada saúde financeira.

E como a consultoria financeira faz isso?

  • Aumento do lucro: o gerenciamento e controle de gastos da empresa permite que as decisões tomadas sejam mais assertivas e bem direcionadas, já que foram tomadas com clareza e sem nenhuma pressão imposta por emergências financeiras. Isso faz com que o índice de sucesso de cada manobra financeira e investimento feito pela empresa aumente e, consequentemente, eleva as taxas de lucro.
  • Conhecimento do negócio: dominar e conhecer todos os aspectos da empresa é imprescindível para que o negócio possa crescer e se tornar cada vez mais rentável. Naturalmente, o aspecto financeiro é um dos que devem ser observados minuciosamente para garantir que tudo esteja correndo como o planejado.
  • Desenvolvimento de diagnósticos e soluções: ter plena consciência sobre a realidade financeira do seu negócio traz a possibilidade da criação de estratégias e planos de ação para reverter possíveis problemas relacionados ao orçamento. Sendo assim, a consultoria financeira se torna indispensável para empresas que precisam encontrar soluções financeiras de curto, médio e longo prazo.

Muitas empresas cometem o erro de negligenciar a saúde financeira do negócio e tratar a consultoria financeira como ‘médicos’, ou seja, recorrer a esse recurso apenas quando têm algum problema.

O correto, no entanto, é fazer uma consultoria financeira constante para alinhar objetivos e metas financeiras a fim de potencializar os resultados da empresa.

E você, o que faz para manter a saúde financeira da sua empresa em dia?

Ter um setor de vendas organizado e bem coordenado é uma das chaves para manter qualquer negócio funcionando e gerando resultados lucrativos, além de motivar a equipe, que percebe que o trabalho feito está sendo efetivo.

Possuir táticas de vendas eficazes, no entanto, não garante que a empresa obterá resultados expressivos. É necessário, portanto, fazer uma gestão estratégica de vendas a fim de planejar, organizar e monitorar todo o processo de venda e orçamento da marca.

Mas o que é uma gestão estratégica de vendas?

A gestão estratégica de vendas é um conjunto de ações de gerenciamento de recursos, financeiros, humanos e produtivos com o intuito de gerar resultados e vendas.

E quais são, exatamente, essas ações?

  • Estruturação de planos de ação que tornem a gestão de vendas compatível com a gestão estratégica da empresa, alinhando objetivos e metas.
  • Escolha dos canais de venda mais adequados para servirem como meio de comunicação da empresa com o público e vice-versa.
  • Fazer uma segmentação de mercado baseada em análises de público, consumidores e empresas que atuam no mesmo segmento.
  • Tomar decisões que estejam sempre de acordo com as estratégias de crescimento da empresa.

Desde a gestão básica de recursos até a tomada de decisões, a gestão estratégica financeira se torna indispensável nos processos que visam potencializar as vendas de uma empresa.

Isso significa que, por consequência, essa gestão permite que o negócio empregue melhor os seus recursos, a fim de garantir que os investimentos feitos estejam gerando resultados reais. A médio e longo prazo, esse monitoramento de resultados e aplicações de recursos permite que a marca faça uma gestão mais assertiva e eficaz.

Além disso, as decisões podem ser tomadas de maneira mais orientada por todos os setores relacionados à venda. Se a principal meta é a obter reconhecimento e confiança no mercado, por exemplo, todos os colaboradores ligados ao setor de vendas poderão aplicar micro ações que reforcem a credibilidade da marca em todas as etapas do fluxo de vendas.

Como botar em prática uma gestão estratégica de vendas?

  • Planejamento integrado: associar os diferentes setores da empresa é a maneira mais eficaz de garantir que todos trabalhem com o intuito de fazer o que for preciso para que os resultados do setor de vendas sejam impulsionados.
  • Mensuração de resultados: supervisionar constantemente os resultados trazidos por cada ação faz com que a empresa não perca tempo investindo em táticas que não geram retorno. Além disso, mensurar resultados torna mais fácil a estruturação de estratégias futuras.
  • Utilize plataformas de apoio: a tecnologia permite que todos os negócios desfrutem dos benefícios da automação de processos que são cruciais para o bom funcionamento da empresa. Sendo assim, invista na automação de funções referentes ao setor de vendas e orçamentos.

Agora que você sabe tudo sobre gestão estratégica de vendas, que tal botar isso em prática no seu negócio?

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O cuidado com a parte financeira é um dos pontos mais importantes para que qualquer empreendimento consiga obter sucesso.

Seja uma empresa prestadora de serviços ou vendedora de algum produto, a gestão financeira é essencial para que o setor que lida com o capital da marca não tenha problemas.

Uma das principais etapas para que a gestão financeira seja feita de maneira eficiente é o controle do fluxo de caixa, que consiste no montante de capital gasto e arrecadado durante um determinado período de tempo.

Cuidar do fluxo de caixa é essencial para manter a empresa no rumo certo e aumentar cada vez mais os resultados e, por isso, preparamos esse artigo com as melhores dicas para que você consiga controlar o fluxo de caixa da sua empresa de maneira eficiente.

Quer conferir?

Planejamento

Planejar é um passo essencial para o controle de qualquer aspecto do seu negócio, mas se torna ainda mais indispensável quando o assunto é finanças.

Ao fazer um planejamento orçamentário de um certo período de tempo você consegue organizar os gastos empresariais e assumir o controle das finanças do seu negócio.

Com um planejamento eficiente é possível estimar futuras entradas e direcionar os gastos para que eles sejam os mais efetivos possíveis na busca pela melhora de resultados financeiros.

Isso significa mais clareza nas operações, objetivos e metas financeiras da empresa, e acaba ajudando na organização de diversos outros setores.

Redução de custos

Não é segredo para ninguém que reduzir custos é a maneira mais simples de segurar o orçamento quando a coisa aperta.

Para fazer uma redução de custos eficiente, ponha no papel todas as saídas da empresa e pense quais delas são menos essenciais para o funcionamento e crescimento da marca. Além de te ajudar a sair de crises, esse tipo de organização faz com que o controle de fluxo de caixa se torne muito mais fácil, já que você não precisará mais se preocupar com gastos supérfluos.

Muitas vezes, é claro, é difícil identificar rapidamente quais são os gastos que podem ser cortados. Para que isso não se torne um empecilho, recomendamos que efetue análises minuciosas de todo tipo de gasto feito com o capital da empresa, afinal, sempre dá pra tirar mais um pouco.

Outra dica para reduzir custos é investir em automação. A automação de serviços diminui drasticamente prejuízo causado por erros humanos e torna os processos mais afetivos a ágeis, trazendo, eventualmente, retorno pelo investimento feito.

Monitoramento

Monitorar o resultado de qualquer ação feita com o intuito de controlar o fluxo de caixa é a maneira mais segura de garantir que as medidas adotadas sejam efetivas.

Assim como em qualquer outro setor da empresa, os resultados devem ser resultados e analisados a fim de modificar qualquer estratégia que não esteja rendendo frutos positivos em relação ao objetivo traçado.

Em uma estratégia de controle de fluxo de caixa, por exemplo, o monitoramento se faz necessário para que você garanta que o balanço orçamentário esteja sendo feito de maneira eficiente e gerando resultados positivos para o capital da sua empresa.

Essas são as maneiras mais eficazes de controlar o fluxo de caixa do seu negócio e evitar déficits inesperados no final do mês.

Esperamos ter ajudado!

A gestão financeira é uma das funções administrativas mais importantes de qualquer empresa. Sem ela é impossível planejar e controlar o uso de capital para diversas demanda, como investimento, pagamento de contas e até mesmo salários.

Por isso, é plausível afirmar que uma boa gestão financeira é o coração de qualquer negócio, já que o bom funcionamento de qualquer setor da marca depende do orçamento. Por isso, preparamos um artigo explicando detalhadamente a importância e os benefícios de uma gestão financeira.

Quais são os pilares da gestão financeira?

Assim como qualquer administração, a gestão financeira consiste na supervisão de uma série de pilares para garantir o melhor uso possível dos recursos da empresa e a transparência em qualquer transação ou investimento realizado.

Planejamento: o planejamento passa a ser essencial assim que a realidade financeira da empresa for identificada. A partir disso, você deve planejar quais são as estratégias e rumos que devem ser tomados para que a empresa consiga suprir suas demandas e obter lucro. Tendo esse caminho traçado em mente, fica muito mais fácil alcançar os objetivos desejados.

Direção: Após o planejamento, a liderança responsável pelos processos financeiros deve direcionar as tarefas e demandas de cada equipe para que os objetivos financeiros da marca sejam alcançados. Essa etapa inclui a aplicação de recursos e controle de contas à pagar e receber, por exemplo.  Além disso, cabe a essa liderança fazer a supervisão das atividades para se certificar de que tudo está indo conforme o planejado.

Comunicação: a comunicação é crucial para que todas as engrenagens da empresa estejam na mesma sintonia e atuem com um mesmo propósito. Sendo assim, é importante que todas as equipes designadas à gestão financeira sempre se mantenham atualizadas e cientes do andamento das coisas.

Controle: o controle deve ser realizado por líderes que terão a função de supervisionar o andamento de cada ação financeira tomada pela empresa. Dessa maneira, fica mais fácil identificar eventuais erros o mais cedo possível e corrigir qualquer falha que possa estar prejudicando o andamento da gestão financeira.

Avaliação: a avaliação consiste na mensuração de resultados com o intuito de promover qualquer mudança necessária para melhorar a gestão. É importante ter em mente que nenhuma gestão é perfeita, portanto, é sempre possível melhorar alguns aspectos para buscar resultados melhores. Nesse quesito, a avaliação de resultados se torna crucial para o desenvolvimento e manutenção de novas estratégias.

Sabendo de tudo isso, é possível aplicar os recursos da empresa para que eles sejam possam suprir demandas e gerar cada vez mais resultados e lucro.

Tenha em mente que, como mencionamos acima, a gestão financeira é, talvez, o maior pilar da administração de qualquer negócio, e por isso deve ser levada a sério.

Toda empresa precisa realizar uma série de ações em suas contas bancárias. Para isso, muitos optam pela contratação de cestas de serviços, que são, um pacote de serviços bancários que podem ser utilizados em determinado período.  

Nesse caso, a cesta de serviços pode oferecer ao cliente por mês, a possibilidade de realizar saques, fazer impressões de extrato, ter folhas de cheques e fazer transferências para contas do mesmo banco ou de outros.  

Ela é uma taxa que os bancos cobram para que a conta mantenha ativa. Ou seja, cada empresa que possui contas em bancos precisa pagar pelos serviços da instituição. Logo, com juros e demais tarifas, é uma forma que o banco tem de vender seus serviços e manter as finanças.  

Mas vale a pena ter uma cesta de serviços? 

Como cada empresa possui um perfil diferente, isso influencia na hora de decidir se vale a pena ou não ter uma cesta de serviços.  

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE apontou que 51% dos usuários de bancos não sabem quanto pagam de tarifas bancárias. Isso acontece porque nem sempre as tarifas são postas de forma clara e, caso as atividades ultrapassem a quantidade definida na cesta, a cobrança é feita à parte. 

Dessa maneira, é importante que o gestor avalie como é a vida bancária da empresa. Caso a conta corrente esteja sendo utilizada só para receber pagamentos de clientes, talvez a cesta de serviços não seja tão necessária.  

Por outro lado, para empresas que realizam muitas transações, recebem diversos pagamentos e fazem transferência para fornecedores, a cesta de serviços pode ser muito vantajosa.  

Dessa maneira é possível pagar menos tarifas bancárias?  

A melhor maneira de pagar menos é conhecendo seu negócio. E assim, para entender qual a melhor opção, é importante conversar com o gerente responsável pela conta e entender as particularidades de cada cesta.  

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