O ano de 2021 já chegou e, com ele, chegam diversas tendências e inovações no mercado de transações que impactam diretamente diversos negócios.

Pensando nisso, separamos uma lista com as maiores tendências e tudo que você precisa saber sobre cada uma.

Que tal conferir?

Pagamento por aproximação

O pagamento por aproximação é um método de pagamento que vem se popularizando cada vez mais. A pandemia do Covid-19 serviu para acelerar um processo que já ocorreria de qualquer maneira. Além disso, a popularização de aplicativos como o PicPay, que disponibilizam o pagamento através de aproximação, também contribuiu para esse fenômeno.  

Em 2021, a tendência é que esse tipo de pagamento continue crescendo e se tornando cada vez mais utilizado em grande escala, incluindo grandes bancos e estabelecimentos.

Vendas online em dispositivo móvel

Pesquisas apontam que cada vez mais os usuários efetuam o processo de compras online por um smartphone. Isso significa que as empresas devem se adaptar a essa tendência e buscar soluções efetivas para automatizar o processo de vendas online e torná-lo cada vez mais seguro tanto para os clientes quanto para ela mesma.

Marketing digital

O marketing sempre caminhou lado a lado com qualquer tipo de venda, e nesse ano não será diferente.

Por ser um ano repleto de digitalização e automações na área de vendas online, as empresas devem cada vez mais recorrer a estratégias de marketing digital para potencializar resultados e conquistar mais clientes, afinal de contas, aumentar as vendas é o objetivo de qualquer negócio.

Pix

O Pix é um sistema de pagamentos e transferências bancárias instantâneas criado pelo Banco Central para aprimorar a experiência dos usuários e oferecer um serviço de maior qualidade, além de taxas menores quando comparadas a outros bancos.

Boa parte das empresas já está utilizando o Pix para pagar funcionários. Além disso, transferências entre pessoas físicas realizadas pela plataforma são completamente gratuitas.

As empresas que conseguirem acompanhar e se adequar a todas essas tendências tem tudo para crescer exponencialmente em 2021. Em um contexto pós-pandemia, fica perceptível que as opções de venda a distância se popularizaram e hoje já fazem parte do dia a dia.

E você, o que está esperando para adequar o seu negócio a essas novidades?

As transações através de cartão de crédito e débito já se tornaram tão comuns quanto as transações em dinheiro.

Uma dúvida recorrente, no entanto, é se vale a pena investir em uma máquina de cartão para um pequeno negócio, afinal de contas, é um gasto que pode demorar um pouco a se pagar.

Pensando nisso, preparamos esse artigo para esclarecer essa e algumas outras dúvidas sobre as vantagens que a máquina de cartão traz para um pequeno estabelecimento.

Vale a pena ter a máquina de cartão?

Segundo um estudo sobre meios de pagamento realizado pela Minsait, cerca de 80% dos brasileiros realizam transações através do cartão de crédito.

Isso significa que a resposta da pergunta é sim.

Além de destacar o Brasil como o país que mais utiliza cartões de crédito na América Latina, o estudo também mostrou que o uso do cartão está diretamente ligado ao preço do produto ou serviço adquirido. Para transações acima de R$500,00, por exemplo, a utilização do cartão de crédito predomina entre os métodos de pagamento com 43% das escolhas.

Outro fator importante para a enorme adesão de cartões é a segurança. Andar na rua com um pedaço de plástico que só pode ser utilizado com senha é muito menos atrativo para bandidos que cédulas de dinheiro vivo.

Mas quais são as vantagens específicas da venda através de cartão em um pequeno negócio?

– Garante segurança e automação no recebimento de pagamentos.

– Aumento da clientela, já que o estabelecimento deixa de se restringir apenas aos clientes que pagam em dinheiro.

– Evita as fraudes que acontecem com pagamentos por cheques e boletos.

– Possibilita uma venda maior, já que o cliente passa a ter a opção de parcelar as compras.

– Evita preocupações com cobranças, já que essa responsabilidade é transferida para a empresa que oferece a máquina.

– Proporciona um melhor controle das vendas através do extrato.

Ou seja, apesar de ser um investimento contínuo que demanda o pagamento de mensalidades, a aquisição de uma máquina de cartão abre diversas possibilidades para que o seu pequeno negócio cresça e gere cada vez mais resultados.

Diversificar os meios de pagamento é uma das formas mais fáceis de aumentar o número de clientes em qualquer negócio, já que oferecer diversas opções evita que eles deixem de realizar uma compra por não possuírem o meio de pagamento aceito pelo estabelecimento.

E é por isso que aceitar cartões como método de pagamento se tornou indispensável para todos os tipos de negócio.

Mas como funciona, exatamente, o processo de compra com o cartão?

E quais são os órgãos envolvidos?

Foi pensando nessas dúvidas que preparamos esse artigo.

Que tal conferir?

Quais são as partes envolvidas nas transações com cartões?

Consumidor: o consumidor é o portador do cartão e é a pessoa que realiza a compra.

Empresa: a empresa é a loja que realiza vendas com esse método de pagamento.

Credenciadora: a credenciadora é o órgão responsável por fazer o cadastro e gerenciar os recebimentos da empresa, além de disponibilizar máquinas de cartão.

Emissor: o emissor é a empresa que disponibiliza o cartão para o consumidor, como um banco, por exemplo.

Bandeira: a bandeira é como a marca do cartão.

O processo de venda

Quando o consumidor realiza uma compra e opta por fazer o pagamento através do cartão, a loja recebe o pagamento através da máquina disponibilizada pela credenciadora.

Depois disso, o cartão é passado e os dados da transação são enviados para a credenciadora, que se conecta com a bandeira e identifica o emissor para checar se a transação é possível.

Caso o cliente possua saldo ou limite de crédito suficiente, a operação é autorizada e a compra é concluída logo após a impressão do recibo.

Simples, não é?

Disponibilizar os cartões como forma de pagamento é uma ótima maneira de automatizar o processo de vendas e expandir sua clientela.

É muito comum que equipes de vendas, confundam prospectar clientes com vendas em si. As estratégias de prospecção de clientes envolvem muitas etapas além de vendas. Iremos mostrar algumas delas.  

Quais são? 

  • Identificar o cliente ideal  
  • Definir quando e como contatá-lo 
  • Criar cadências de prospecção  
  • Fazer diagnóstico do cliente  

Prospectar clientes, então, é um processo que: 

  • Identifica o público ideal  
  • Define suas necessidades 
  • Cria elementos que chamam atenção do cliente ideal  
  • Desperta o interesse  
  • Apresenta a proposta de valor da empresa  

Conheça agora os modelos de Imbound e Outbound sales  

Sem dúvidas, procurar e atrair novos clientes é um dos grandes objetivos de uma empresa. Afinal, são eles que são responsáveis pela manutenção e crescimento do negócio. 

Dentro disso, é necessário criar um processo de prospecção que seja contínuo, ou seja, que tenha ações de busca por potenciais clientes. 

Mas o que são, Prospecção por Imbound e Outbound? 

Em Imbound Sales, o cliente vai até a empresa por meio de canais de comunicação disponíveis e solicita o contato do representante de vendas. Geralmente são canais criados em parceria com marketing e vendas que definem, o que é um lead qualificado para vendas e aí sim, criam estratégias de marketing para atrair seu perfil de consumidor.  

Já em Outbound Sales, a prospecção tem como característica “ir atrás” do cliente. Dessa maneira, o representante de venda faz uma lista de potenciais clientes que se encaixem dentro do perfil da empresa.  

Na prospecção Inbound sabemos que o lead tem interesse na sua proposta. Na prospecção Outbound sabemos que o lead tem “fit” para a sua oferta. 

O que considerar ao montar uma estratégia de prospecção? 

  • Conhecer bem o produto/serviço 
  • Conhecer seu cliente 
  • Organizar uma cadência de prospecção  
  • Usar a tecnologia como aliada  

E aí, o que achou dessas dicas? Vamos coloca-las em prática?  

Negociação: em busca do menor custo

Muitas vezes na hora de fechar com uma operadora, se pensa em preço de aluguel do equipamento, taxa de juros, mas se esquece que tem vários itens que podem ocorrer em uma operação que não está previsto.

Encontramos muitos casos que a operadora, cobra uma valor de antecipação que não foi nem acordado com cliente. Que muitas vezes o cliente adiciona no prejuizo e nem sabe de one vem.

Em busca do menor custo, quando você já está em operação, o conciliador faz essa comparação para você, e assim você poderá saber qual a operadora melhor para vender ou até mesmo para promover uma promoção especial para seu cliente.

O conciliador, além de agilizar o dia a dia dos varejistas nas conferências das vendas em cartões, também auxilia no confronto de taxas, recebimentos e também, fornece informações sobre as taxas cobradas pela operadora de cartões, possibilitando assim a negociação de uma taxa mais em conta com as mesmas.

Aluguel da POS e PINPAD e taxas de antecipação são exemplos de tarifas cobradas, que com a ajuda do software podem ser negociadas com as operadoras.

Fonte: Marketing 365, Infotvarejo
Foto: Divulgação, Licença, Marketing 365