Em um cenário de mercados cada vez mais competitivos e inovadores a busca por estar a frente dos concorrentes e obter sucesso financeiro se torna incessante para qualquer empresa.

Desde manobras financeiras à mudanças de estratégias de gestão, existem inúmeras maneiras de tentar se destacar e colocar o seu negócio no caminho certo,

Pensando nisso preparamos um artigo com tudo o que você precisa saber sobre a inteligência comercial, uma das maneiras de conseguir os tão desejados resultados.

O que está esperando para conferir?

O que é inteligência comercial?

A inteligência comercial ou inteligência de mercado é interpretada como uma série de ações estratégicas que visam impulsionar os resultados financeiros de uma empresa de qualquer segmento.

Através da análise minuciosa de dados e informações, por exemplo, se torna possível entender pontos fortes e fracos de um empreendimento para que as possíveis falhas sejam corrigidas visando uma melhora no serviço ou produto oferecido ao público e, consequentemente, nos resultados.

Que tipos de dados são esses?

Existem diferentes tipos de dados que podem ser analisados e interpretados de diversas maneiras.

Pode-se utilizar dados internos, por exemplo, como o gasto com infraestrutura, ou externos, como vendas durante um determinado período de tempo.

Unindo diferentes dados e criando interpretações é possível fazer uma análise quantitativa e qualitativa dos principais fatores que movimentam financeiramente a empresa, tornando mais fácil o entendimento de qualquer medida que precise ser tomada.

Outro ponto que vale ser mencionado é que não existe inteligência comercial sem comparação e estudo de mercado. Por isso, saiba mapear seus principais concorrentes e entender as tendências do mercado que está atuando para buscar soluções eficientes e práticas para a obtenção de melhores resultados.

Quais são, então, os dados mais importantes a serem analisados?

  • Informações sobre clientes

Perfil demográfico e de consumo, faixa etária média e fatores objetivos e subjetivos que influenciam na compra.

  • Informações sobre as vendas em si

Ticket médio, taxa de conversão em vendas e nível de satisfação dos clientes.

  • Informações sobre os produtos e serviços

Desempenho de vendas de cada produto ou serviço e conhecimento do time de vendas sobre os diferentes tipos de soluções oferecidas ao cliente.

  • Informações sobre os concorrentes

Características dos principais concorrentes, estratégias de preço e posicionamento de mercado praticado por cada um.

  • Informações sobre a conjuntura

Previsão dos movimentos da economia em um futuro próximo, novas legislações e regulamentos e tendências de comportamento do público alvo da empresa.

A partir da coleta desses dados, analise as possibilidades e faça um planejamento de tudo aquilo que pode ser feito para obter resultados financeiros melhores.

Dessa maneira você garante o máximo de controle possível sobre as manobras e ações financeiras do seu negócio e evita ficar para trás quando comparado aos concorrentes.

Tudo isso, é claro, faz com que o seu negócio cresça e se torne cada vez mais lucrativo.

E aí, o que achou?

Não é segredo para ninguém que administrar uma empresa não é uma tarefa fácil. Desde a burocracia da criação até as dificuldades rotineiras de gerenciamento de pessoas, tarefas e orçamentos, manter um negócio funcionando demanda bastante determinação.

É claro, no entanto, que existem maneiras de facilitar algumas partes desse processo para que o gerenciamento da marca se torne mais simples e efetivo.

E uma dessas maneiras é promovendo a consultoria financeira na sua empresa.

Mas como a consultoria financeira pode ajudar?

Para ser bem direto, a consultoria financeira permite que a sua empresa tenha um controle muito maior da manutenção de gastos e pagamentos e, dessa maneira, esteja mais segura para investir e utilizar o capital da melhor maneira possível.

Isso é o que chamamos de saúde financeira: ter controle de entradas, saídas, investimentos e rendimentos do capital a empresa.

Ou seja, a consultoria financeira é uma ferramenta que permite que as empresas alcancem a tão sonhada saúde financeira.

E como a consultoria financeira faz isso?

  • Aumento do lucro: o gerenciamento e controle de gastos da empresa permite que as decisões tomadas sejam mais assertivas e bem direcionadas, já que foram tomadas com clareza e sem nenhuma pressão imposta por emergências financeiras. Isso faz com que o índice de sucesso de cada manobra financeira e investimento feito pela empresa aumente e, consequentemente, eleva as taxas de lucro.
  • Conhecimento do negócio: dominar e conhecer todos os aspectos da empresa é imprescindível para que o negócio possa crescer e se tornar cada vez mais rentável. Naturalmente, o aspecto financeiro é um dos que devem ser observados minuciosamente para garantir que tudo esteja correndo como o planejado.
  • Desenvolvimento de diagnósticos e soluções: ter plena consciência sobre a realidade financeira do seu negócio traz a possibilidade da criação de estratégias e planos de ação para reverter possíveis problemas relacionados ao orçamento. Sendo assim, a consultoria financeira se torna indispensável para empresas que precisam encontrar soluções financeiras de curto, médio e longo prazo.

Muitas empresas cometem o erro de negligenciar a saúde financeira do negócio e tratar a consultoria financeira como ‘médicos’, ou seja, recorrer a esse recurso apenas quando têm algum problema.

O correto, no entanto, é fazer uma consultoria financeira constante para alinhar objetivos e metas financeiras a fim de potencializar os resultados da empresa.

E você, o que faz para manter a saúde financeira da sua empresa em dia?

Muito se fala sobre mercado financeiro nos dias atuais. O aumento do número de investidores no Brasil é cada vez maior e, portanto, conceitos de investimentos e finanças têm se tornado cada vez mais comuns.

Mas você sabe o que é, exatamente, o mercado financeiro?

Preparamos esse artigo para explicar direitinho tudo o que você precisa saber sobre esse tema.

Que tal conferir?

O que é mercado financeiro?

O mercado financeiro é um ambiente de comercialização de mercadorias, títulos imobiliários e câmbio.

Essa é uma definição resumida, é claro, mas é suficiente para o entendimento básico que você procura neste momento.

O mercado financeiro, então, é o lugar onde pessoas, empresas e instituições financeiras fazem essas negociações e comercializam, entre si, esses bens.

Quais mercados fazem parte desse sistema financeiro?

Por ser tão abrangente, o mercado financeiro conta com uma série de submercados responsáveis por tratar de diferentes segmentações do mercado, como por exemplo:

  • Mercado de crédito: é onde acontecem as negociações referentes a recursos de curto, médio e longo prazo para empresas de capital de giro.
  • Mercado de câmbio: como o nome sugere, é onde acontecem as trocas de moedas de diferentes países.
  • Mercado de capitais: responsável pelas transações de títulos, ações e derivativos em corretoras.
  • Mercado monetário: é onde acontecem as transações referentes a empréstimos de curto prazo.

Dessa maneira, então, o mercado financeiro conecta as partes envolvidas em uma transação.

Quer um exemplo prático?

Vamos supor que você tenha investido R$1000,00 em um Certificado de Depósito Bancário de um banco e, ao vencimento desse título, receberá juros de 10% anuais.

Durante esse tempo, alguém procura essa mesma instituição financeira e solicita um empréstimo de R$1000,00.

O banco irá, então, emprestar esse dinheiro com uma taxa de juros superior aos 10% rendidos pelo seu investimento.

Ou seja, o mercado financeiro uniu duas pontas da economia através de um mediador que também obteve lucro.

Benefícios de investir

Dentre os principais benefícios de investir no mercado financeiro estão:

  • Segurança financeira: ter um fundo de reserva de capital é importante para fornecer tranquilidade e segurança financeira em momentos de crise. Se você perder seu emprego, por exemplo, ter uma reserva financeira que gera rendimentos se torna essencial para que você passe por esse momento sem sustos financeiros.
  • Planejar a aposentadoria: fazer investimentos no mercado financeiro é uma das maneiras mais eficazes de planejar uma aposentadoria confortável por conta própria. Dessa maneira, você não dependerá de programas de previdência social ou privada.
  • Acumular patrimônio: o mercado financeiro permite que você acumule patrimônio e, com o tempo, conquiste um padrão de vida mais confortável para você e sua família.

Levando tudo isso em consideração fica claro que o investimento no mercado financeiro é um hábito saudável que deveria ser adotado por todas as famílias.

Vale destacar, é claro, que qualquer investimento deve ser feito de maneira responsável e segura para não colocar em risco a saúde financeira.

E você, já investiu no mercado financeiro alguma vez?

Ter um setor de vendas organizado e bem coordenado é uma das chaves para manter qualquer negócio funcionando e gerando resultados lucrativos, além de motivar a equipe, que percebe que o trabalho feito está sendo efetivo.

Possuir táticas de vendas eficazes, no entanto, não garante que a empresa obterá resultados expressivos. É necessário, portanto, fazer uma gestão estratégica de vendas a fim de planejar, organizar e monitorar todo o processo de venda e orçamento da marca.

Mas o que é uma gestão estratégica de vendas?

A gestão estratégica de vendas é um conjunto de ações de gerenciamento de recursos, financeiros, humanos e produtivos com o intuito de gerar resultados e vendas.

E quais são, exatamente, essas ações?

  • Estruturação de planos de ação que tornem a gestão de vendas compatível com a gestão estratégica da empresa, alinhando objetivos e metas.
  • Escolha dos canais de venda mais adequados para servirem como meio de comunicação da empresa com o público e vice-versa.
  • Fazer uma segmentação de mercado baseada em análises de público, consumidores e empresas que atuam no mesmo segmento.
  • Tomar decisões que estejam sempre de acordo com as estratégias de crescimento da empresa.

Desde a gestão básica de recursos até a tomada de decisões, a gestão estratégica financeira se torna indispensável nos processos que visam potencializar as vendas de uma empresa.

Isso significa que, por consequência, essa gestão permite que o negócio empregue melhor os seus recursos, a fim de garantir que os investimentos feitos estejam gerando resultados reais. A médio e longo prazo, esse monitoramento de resultados e aplicações de recursos permite que a marca faça uma gestão mais assertiva e eficaz.

Além disso, as decisões podem ser tomadas de maneira mais orientada por todos os setores relacionados à venda. Se a principal meta é a obter reconhecimento e confiança no mercado, por exemplo, todos os colaboradores ligados ao setor de vendas poderão aplicar micro ações que reforcem a credibilidade da marca em todas as etapas do fluxo de vendas.

Como botar em prática uma gestão estratégica de vendas?

  • Planejamento integrado: associar os diferentes setores da empresa é a maneira mais eficaz de garantir que todos trabalhem com o intuito de fazer o que for preciso para que os resultados do setor de vendas sejam impulsionados.
  • Mensuração de resultados: supervisionar constantemente os resultados trazidos por cada ação faz com que a empresa não perca tempo investindo em táticas que não geram retorno. Além disso, mensurar resultados torna mais fácil a estruturação de estratégias futuras.
  • Utilize plataformas de apoio: a tecnologia permite que todos os negócios desfrutem dos benefícios da automação de processos que são cruciais para o bom funcionamento da empresa. Sendo assim, invista na automação de funções referentes ao setor de vendas e orçamentos.

Agora que você sabe tudo sobre gestão estratégica de vendas, que tal botar isso em prática no seu negócio?

Aqui na Deltacom você encontra todas as soluções de conciliação de cartões que a sua empresa precisa!

O cuidado com a parte financeira é um dos pontos mais importantes para que qualquer empreendimento consiga obter sucesso.

Seja uma empresa prestadora de serviços ou vendedora de algum produto, a gestão financeira é essencial para que o setor que lida com o capital da marca não tenha problemas.

Uma das principais etapas para que a gestão financeira seja feita de maneira eficiente é o controle do fluxo de caixa, que consiste no montante de capital gasto e arrecadado durante um determinado período de tempo.

Cuidar do fluxo de caixa é essencial para manter a empresa no rumo certo e aumentar cada vez mais os resultados e, por isso, preparamos esse artigo com as melhores dicas para que você consiga controlar o fluxo de caixa da sua empresa de maneira eficiente.

Quer conferir?

Planejamento

Planejar é um passo essencial para o controle de qualquer aspecto do seu negócio, mas se torna ainda mais indispensável quando o assunto é finanças.

Ao fazer um planejamento orçamentário de um certo período de tempo você consegue organizar os gastos empresariais e assumir o controle das finanças do seu negócio.

Com um planejamento eficiente é possível estimar futuras entradas e direcionar os gastos para que eles sejam os mais efetivos possíveis na busca pela melhora de resultados financeiros.

Isso significa mais clareza nas operações, objetivos e metas financeiras da empresa, e acaba ajudando na organização de diversos outros setores.

Redução de custos

Não é segredo para ninguém que reduzir custos é a maneira mais simples de segurar o orçamento quando a coisa aperta.

Para fazer uma redução de custos eficiente, ponha no papel todas as saídas da empresa e pense quais delas são menos essenciais para o funcionamento e crescimento da marca. Além de te ajudar a sair de crises, esse tipo de organização faz com que o controle de fluxo de caixa se torne muito mais fácil, já que você não precisará mais se preocupar com gastos supérfluos.

Muitas vezes, é claro, é difícil identificar rapidamente quais são os gastos que podem ser cortados. Para que isso não se torne um empecilho, recomendamos que efetue análises minuciosas de todo tipo de gasto feito com o capital da empresa, afinal, sempre dá pra tirar mais um pouco.

Outra dica para reduzir custos é investir em automação. A automação de serviços diminui drasticamente prejuízo causado por erros humanos e torna os processos mais afetivos a ágeis, trazendo, eventualmente, retorno pelo investimento feito.

Monitoramento

Monitorar o resultado de qualquer ação feita com o intuito de controlar o fluxo de caixa é a maneira mais segura de garantir que as medidas adotadas sejam efetivas.

Assim como em qualquer outro setor da empresa, os resultados devem ser resultados e analisados a fim de modificar qualquer estratégia que não esteja rendendo frutos positivos em relação ao objetivo traçado.

Em uma estratégia de controle de fluxo de caixa, por exemplo, o monitoramento se faz necessário para que você garanta que o balanço orçamentário esteja sendo feito de maneira eficiente e gerando resultados positivos para o capital da sua empresa.

Essas são as maneiras mais eficazes de controlar o fluxo de caixa do seu negócio e evitar déficits inesperados no final do mês.

Esperamos ter ajudado!

As transações através de cartão de crédito e débito já se tornaram tão comuns quanto as transações em dinheiro.

Uma dúvida recorrente, no entanto, é se vale a pena investir em uma máquina de cartão para um pequeno negócio, afinal de contas, é um gasto que pode demorar um pouco a se pagar.

Pensando nisso, preparamos esse artigo para esclarecer essa e algumas outras dúvidas sobre as vantagens que a máquina de cartão traz para um pequeno estabelecimento.

Vale a pena ter a máquina de cartão?

Segundo um estudo sobre meios de pagamento realizado pela Minsait, cerca de 80% dos brasileiros realizam transações através do cartão de crédito.

Isso significa que a resposta da pergunta é sim.

Além de destacar o Brasil como o país que mais utiliza cartões de crédito na América Latina, o estudo também mostrou que o uso do cartão está diretamente ligado ao preço do produto ou serviço adquirido. Para transações acima de R$500,00, por exemplo, a utilização do cartão de crédito predomina entre os métodos de pagamento com 43% das escolhas.

Outro fator importante para a enorme adesão de cartões é a segurança. Andar na rua com um pedaço de plástico que só pode ser utilizado com senha é muito menos atrativo para bandidos que cédulas de dinheiro vivo.

Mas quais são as vantagens específicas da venda através de cartão em um pequeno negócio?

– Garante segurança e automação no recebimento de pagamentos.

– Aumento da clientela, já que o estabelecimento deixa de se restringir apenas aos clientes que pagam em dinheiro.

– Evita as fraudes que acontecem com pagamentos por cheques e boletos.

– Possibilita uma venda maior, já que o cliente passa a ter a opção de parcelar as compras.

– Evita preocupações com cobranças, já que essa responsabilidade é transferida para a empresa que oferece a máquina.

– Proporciona um melhor controle das vendas através do extrato.

Ou seja, apesar de ser um investimento contínuo que demanda o pagamento de mensalidades, a aquisição de uma máquina de cartão abre diversas possibilidades para que o seu pequeno negócio cresça e gere cada vez mais resultados.

O fechamento de contas de uma empresa é um dos processos financeiros mais importantes para que a gestão de orçamento seja feita com sucesso.

O problema é que muitos gestores cometem uma série de erros que comprometem a precisão do fechamento de contas e, por conta disso, a administração das finanças da empresa.

Pensando nisso, separamos uma lista de erros que você deve evitar na hora de fechar as contas do seu negócio no final do mês.

  1. Não acompanhar os lançamentos diários: fazer a revisão dos lançamentos semanalmente (ou até mensalmente) é extremamente prejudicial para qualquer negócio. Isso acontece porque a quantidade acumulada de dados e receitas torna mais difícil a identificação de eventuais irregularidades, além de atrasar o processo. Além disso, deixar tudo para a última hora te impede de fazer qualquer planejamento e ação preventiva.
  2. Não levar em conta possíveis atrasos: é importante que você considere a possibilidade de inadimplência dos clientes, mesmo que eles sejam pontuais. Isso significa que, ao invés de considerar um valor que ainda não entrou no caixa, o ideal é aguardar até o dinheiro ser recebido para adicioná-lo ao fechamento de contas.
  3. Não especificar os lançamentos: outro erro comum e que prejudica o fechamento de contas é a não identificação de cada lançamento. Para que isso não seja um problema, nomeie cada lançamento como pagamento de funcionário, despesas com manutenção, entradas, saídas, investimentos e outros.
  4. Não realizar previsões realistas: estimar lucros é um dos erros mais prejudiciais que existem para um fechamento de contas eficiente. Tenha cautela e evite se basear em meses anteriores para projetar entradas no fluxo de caixa.
  5. Não separar as contas pessoais e profissionais: uma das chaves para o fechamento de contas de maneira segura é separar os rendimentos individuais e empresariais, já que isso evita qualquer tipo de confusão e erro na hora de montar planilhas e analisar os dados financeiros.
  6. Não investir em automação: o fechamento de contas através de ferramentas tecnológicas é a maneira mais segura de evitar possíveis equívocos. Por se tratarem de máquinas, o índice de erro costuma ser baixíssimo e o fechamento é feito de maneira mais rápida e eficiente. Além disso, a automação do fechamento de contas torna o processo mais seguro, já que oferece um backup de dados.

Evitar esses erros é a maneira mais fácil de fazer um fechamento de contas preciso e eficaz.

Dessa maneira, você terá todas as informações orçamentárias necessárias para planejar os próximos passos financeiros para a sua empresa.

A gestão de empresas em tempos de crise é algo que sempre preocupa empreendedores. Seja pelo medo de perder funcionários, capital ou até mesmo da falência, as crises são tempos extremamente difíceis para pessoas que possuem ou gerenciam empresas.

Apesar de estarmos cada vez mais próximos de superar a pandemia do Covid-19, ainda é tempo de refletir sobre algumas lições que pudemos aprender nesse período sobre gestão de negócios em situações adversas.

Pensando nisso, separamos uma lista com algumas dicas valiosas para que você faça uma gestão eficaz da sua marca em qualquer crise e não precise se preocupar com prejuízos maiores.

Separe patrimônio pessoal e empresarial

Um dos erros mais cometidos por proprietários de empresas em tempos de crise é utilizar o dinheiro pessoal para suprir demandas da empresa ou vice-versa.

Isso é extremamente prejudicial tanto para a saúde da empresa, que fica condicionada a depender do capital pessoal do empreendedor para sobreviver, quanto para o próprio empreendedor, que fica cada vez mais vulnerável financeiramente em prol da sobrevivência do negócio.

Para que isso não aconteça, tenha uma conta bancária em nome da empresa e separe completamente os rendimentos pessoais do capital da empresa. Isso vai te ajudar a evitar qualquer tipo de confusão ou dependência orçamentária.

Analise os possíveis cenários

Assim como qualquer obstáculo que enfrentamos, é essencial que tenhamos ciência prévia de todos os cenários possíveis para desenvolvermos um plano de ação para cada um. Tendo esse plano de ação, fica muito mais fácil navegar em meio aos problemas gerados por uma crise.

Tente prever quais serão os prováveis gastos em determinado período de tempo e tente encontrar formas de administrá-los para que eles não ultrapassem os limites saudáveis para a empresa.

Identifique o essencial

Caso a situação se torne crítica e você perceba que a empresa não terá receita suficiente para cobrir os gastos convencionais, determine quais são os investimentos e aplicações indispensáveis para o funcionamento da empresa e corte o resto.

Um exemplo de gasto indispensável, por exemplo, é o pagamento da conta de luz de um estabelecimento. Além disso, é importante manter o pagamento dos seus fornecedores principais em dia para que sua marca possa continuar oferecendo produtos aos clientes e gerando renda.

Busque diferentes opções de gerar renda

Fazer uma promoção de produtos que estejam a muito tempo em estoque, por exemplo, é uma maneira de se desfazer desses produtos e, ao mesmo tempo, gerar uma renda que pode ser crucial para o seu negócio.

Além disso, estude a possibilidade de aumentar prazos de pagamento e oferecer facilidades diversas para manter a clientela e o fluxo de caixa.

Esteja sempre buscando informação

Sua visita a esse artigo já é um ótimo sinal, mas é importante que você esteja constantemente em busca de soluções para qualquer eventual problema que uma crise possa trazer para o seu negócio.

Dessa forma, você não procrastina a resolução de problemas e está sempre antenado nas melhores soluções financeiras para a sua marca.

Temos certeza que essas dicas serão úteis e poderão te ajudar a superar qualquer futura crise no seu negócio.

E você, o que está fazendo para que a sua empresa supere a crise?

A gestão financeira é uma das funções administrativas mais importantes de qualquer empresa. Sem ela é impossível planejar e controlar o uso de capital para diversas demanda, como investimento, pagamento de contas e até mesmo salários.

Por isso, é plausível afirmar que uma boa gestão financeira é o coração de qualquer negócio, já que o bom funcionamento de qualquer setor da marca depende do orçamento. Por isso, preparamos um artigo explicando detalhadamente a importância e os benefícios de uma gestão financeira.

Quais são os pilares da gestão financeira?

Assim como qualquer administração, a gestão financeira consiste na supervisão de uma série de pilares para garantir o melhor uso possível dos recursos da empresa e a transparência em qualquer transação ou investimento realizado.

Planejamento: o planejamento passa a ser essencial assim que a realidade financeira da empresa for identificada. A partir disso, você deve planejar quais são as estratégias e rumos que devem ser tomados para que a empresa consiga suprir suas demandas e obter lucro. Tendo esse caminho traçado em mente, fica muito mais fácil alcançar os objetivos desejados.

Direção: Após o planejamento, a liderança responsável pelos processos financeiros deve direcionar as tarefas e demandas de cada equipe para que os objetivos financeiros da marca sejam alcançados. Essa etapa inclui a aplicação de recursos e controle de contas à pagar e receber, por exemplo.  Além disso, cabe a essa liderança fazer a supervisão das atividades para se certificar de que tudo está indo conforme o planejado.

Comunicação: a comunicação é crucial para que todas as engrenagens da empresa estejam na mesma sintonia e atuem com um mesmo propósito. Sendo assim, é importante que todas as equipes designadas à gestão financeira sempre se mantenham atualizadas e cientes do andamento das coisas.

Controle: o controle deve ser realizado por líderes que terão a função de supervisionar o andamento de cada ação financeira tomada pela empresa. Dessa maneira, fica mais fácil identificar eventuais erros o mais cedo possível e corrigir qualquer falha que possa estar prejudicando o andamento da gestão financeira.

Avaliação: a avaliação consiste na mensuração de resultados com o intuito de promover qualquer mudança necessária para melhorar a gestão. É importante ter em mente que nenhuma gestão é perfeita, portanto, é sempre possível melhorar alguns aspectos para buscar resultados melhores. Nesse quesito, a avaliação de resultados se torna crucial para o desenvolvimento e manutenção de novas estratégias.

Sabendo de tudo isso, é possível aplicar os recursos da empresa para que eles sejam possam suprir demandas e gerar cada vez mais resultados e lucro.

Tenha em mente que, como mencionamos acima, a gestão financeira é, talvez, o maior pilar da administração de qualquer negócio, e por isso deve ser levada a sério.

O controle financeiro é um dos aspectos que devem ser feitos de maneira impecável para que qualquer empresa tenha sucesso.

Por causa disso, cada vez mais as empresas que fornecem ferramentas conciliadoras de cartão têm se popularizado e se tornado mais importantes para o auxílio da gestão de um negócio.

Mas quais são, exatamente, as vantagens oferecidas por uma empresa de conciliação de cartões?

Eficiência da conciliação de cartões

Apesar de ser uma atividade extremamente necessária para a saúde financeira de uma marca, a conciliação de cartões muitas vezes é deixada de lado, seja por falta de tempo, afinidade com o processo ou até mesmo atenção.

Além disso, a realidade é que muitas empresas atuam com um orçamento limitado e, por isso, acabam não cogitando investir na conciliação de cartões.

Uma empresa de conciliação de cartões oferece o serviço de conciliação de maneira automatizada, sem riscos de eventuais erros que poderiam acontecer em uma conciliação feita de maneira manual por um funcionário.

Economia de tempo e agilidade

É inegável que a conciliação de cartões pode ser feita de maneira manual. Para empresas pequenas, que contam com apenas uma máquina, por exemplo, é possível organizar os dados e planilhas para que a conciliação seja feita no final de cada mês.

A vantagem da conciliação de cartões automatizada, no entanto, se torna perceptível quando falamos de empresas maiores. Com um fluxo de operações maior, fica cada vez mais difícil controlar e manter os dados em dia.

Nesses casos, são feitas centenas e até milhares de vendas por dia, utilizando diversas bandeiras com taxas diferentes para cada uma delas. Isso significa que a conciliação se torna muito difícil de ser realizada manualmente, e passa a requerer os serviços de uma conciliadora.

Além disso, o serviço automatizado poupa uma enorme quantidade de tempo quando comparado ao manual.

Possibilidade de focar em outras necessidades

A automação dos serviços de conciliação permite que você invista seus tempo e energia em outras partes do negócio que podem estar precisando de atenção.

Resumidamente, a conciliação tira uma responsabilidade das suas costas e te deixa mais tranquilo para focar em outros aspectos da gestão da empresa.

Segurança na gestão financeira

Todos os benefícios da conciliação de cartões terceirizada fazem com que a realidade financeira da empresa fique mais clara e, consequentemente, auxilia os gestores a tomarem decisões.

Sabendo exatamente as possibilidades e necessidades financeiras de um negócio, fica mais fácil direcionar investimentos e buscar soluções que sejam convenientes para o crescimento da marca, respeitando seu orçamento e capital de giro.

Ou seja, seu negócio só tem a ganhar com a conciliação de cartões. Apesar de ser um investimento, a conciliação se paga rapidamente com os resultados financeiros que traz para a empresa e, a partir daí, passa a render benefícios práticos duradouros para a gestão da marca.